terça-feira, 8 de novembro de 2016

Qual o cantinho favorito da sua casa? Por Aproveitar a Vida

 



O blog Aproveitar a Vida tem sempre imagens tão bonitas, que a Anabela foi uma das pessoas que desde o início pensei convidar a responder ao desafio: Qual o cantinho favorito da sua casa? 

"Quando recebi este convite da Ligia fiquei muito feliz. Primeiro por ela se ter lembrado de mim e depois porque estou cada vez mais apaixonada pela minha casa. 
Depois de remodelar grande parte ao estilo nórdico, que tanto gosto, podia ser difícil escolher um cantinho especial. Mas não. Apesar de gostar de estar na maioria das divisões, há um espacinho que guardo no coração, a minha Wall Art da entrada. Ali resumem-se muitos momentos felizes da minha vida. Fotos das nossas férias, objectos especiais que antes estavam guardados e que agora têm um lugar de destaque, uma pintura feita pelo Tiago, datas muito especiais, palavras para lembrar sempre e uma placa que tanto gostei de fazer. 
Não é um cantinho para estar, é antes um cantinho para admirar, lembrar e sorrir." 

No blog Aproveitar a Vida e facebook, pode seguir todas as dicas da Anabela sobre projetos DIY, lazer, organização e receitas deliciosas.


quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Casa: O meu cantinho favorito!




Este é o meu cantinho favorito da casa! 
Uma esquina do sofá que fica junto da janela. Gosto da luz natural que entra e ilumina toda a sala. O meu livro Home que voltou a ser folheado. Gosto das velas e do efeito que dá quando estão acesas à noite. O candeeiro Ikea que é tão baratinho, e que gosto tanto de ver na janela. 
O sofá-cama dá para tudo! Para as brincadeiras e saltos das minhas filhas, para ler uma história antes de adormecer, para ver uma revista, ou para receber convidados em casa. 
Mas o mais importante é ter um cantinho confortável, simples e bonito. Aquele cantinho onde posso olhar à minha volta e pensar: Aqui Sou Feliz!

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Qual o cantinho favorito da sua casa? Por It´s (not) So Simple!



Quando lancei o desafio à Mafalda para falar sobre o cantinho favorito da sua casa, estava longe de imaginar que a escolha seria o quarto e a cama. Mas a Mafalda conseguiu descrever na perfeição todo o envolvimento emocional que (este cantinho da casa), tem na sua vida e na relação com os filhos.


" Não há nada como a nossa casa.

Quando a Lígia me perguntou que cantinho da minha casa me fazia sentir feliz foi o meu quarto que me veio logo à cabeça.

Ao longo dos últimos anos, esta tornou-se na divisão mais minimalista e versátil da casa: destralhada até não me parecer mais possível, por aqui também já passaram dois bebés. Aliás, o mais novo gosta tanto, que teima em não sair… E acabo por gostar disso. Em parte, é isto que tem dado um novo significado ao quarto.

A cama ainda guarda o cheiro dos meus filhos enquanto recém-nascidos, a sua pequenez, o seu apego pelos seus progenitores. Foi lugar para primeiras fotos e primeiros sorrisos. Acumula já várias horas de sono suas, ouviu-os palrar, recebeu-os para os primeiros gatinhares.

Foi também nesta divisão que se descobriram olhando-se ao espelho, que praticaram os primeiros passos caminhando entre o pai e a mãe, onde riram, brincaram e nos impediram, por diversas vezes, de dormir até mais tarde…

Esta singela cama acolheu, e continua a acolher, brincadeiras com muitas cócegas e gargalhadas à mistura.

O quarto é o último reduto: é o sítio onde prometemos não deixar entrar nem televisão, nem computador, pois, para nós, o quarto é um local sagrado para descansar, conversar com calma e galhofar.

Este é o oásis da calma, o refúgio preferido. Aqui queremos que reine a paz e o bem-estar.

Aqui somos mais nós. Aqui é o coração do lar! "

A Mafalda tem um blog muito interessante que aborda vários temas desde a organização, produtividade, finanças, mas também um estilo de  vida mais simples e feliz. Podes ver todas as dicas em It´s (not) so simple!

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Qual o cantinho favorito da sua casa? Por Ana Go Slowly

  

A Ana é uma daquelas pessoas tranquilas, felizes e sempre de bem com a vida. Impossível não gostar dela. A Ana vive no Porto e também é apaixonada por organização. Foi a minha primeira pessoa que escolhi para responder ao desafio: "Qual o cantinho favorito da sua casa?"  

"Tive alguma dificuldade em responder a esta pergunta... Pensei muito até começar a escrever, pois por algum motivo, que agora já compreendo, não conseguia eleger o lugar da minha casa que me deixa mais feliz… Na realidade não o consigo fazer pois adoro todos os cantinhos da minha casa!
Desde a primeira vez que a visitei que senti que era o sítio certo e que iria ser muito feliz ali. Com a descoberta do minimalismo e desde que comecei a destralhar e a simplificar, passei ainda a adorar mais a minha casa! Tudo passou a fazer mais sentido e passei a usar o meu tempo naquilo que é realmente importante, em vez de passar horas e horas em limpezas, como antes fazia.
Apesar de adorar a minha casa e de gostar de a ter sempre limpa e arrumada, gosto muito mais de fazer outras coisas, por isso sinto que ao reduzir aquilo que tenho ao essencial fez toda a diferença. A nossa casa deve ter apenas aquilo que é realmente necessário e que nos permita viver com conforto e tranquilidade e ainda aproveitar todos os momentos com quem lá vive.
Apesar de não ter um cantinho preferido acabo inevitavelmente por passar mais tempo na sala, é o sítio onde estamos todos juntos e onde o meu cão gosta mais de estar. A televisão vai ficando cada vez mais para segundo plano, prefiro ouvir música, meditar, brincar com o meu cão ou simplesmente tirarmos uma sesta os dois, no sofá. É tão bom! 
Como diz o slogan da IKEA, viva mais a sua casa!" 

Para seguir o trabalho da Ana:

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Qual o cantinho favorito da sua casa?


Sabe qual o cantinho favorito da sua casa? Ou nunca tinha pensado nisso? Se nunca pensou em ter o seu local favorito, este mês lancei o desafio a algumas pessoas a responder-me a esta questão e a enviar-me uma foto para partilhar no blog e facebook

Esta ideia surgiu quando eu visitava a casa de clientes. Duas perguntas que faço sempre quando entro na casa de alguém pela primeira vez "Qual o local da casa que mais incomoda (desorganizado)? " e "Qual o seu cantinho favorito?" A segunda pergunta deixava normalmente as pessoas em silêncio, porque nunca tinham pensado nisso ou porque já tinham esquecido o motivo porque se apaixonaram pela casa. 

Este desafio é para as pessoas que têm casas lindas, casas com histórias, casas que foram ficando descuidadas pelo tempo, e que no dia a dia estão tão ocupadas, que não conseguem ter tempo para "olhar à sua volta" e pensar... aqui sinto-me mesmo feliz:)

terça-feira, 4 de outubro de 2016

"As crianças precisam de mais tédio" por Paula Abreu


 Um texto publicado no facebook da Paula Abreu - Escolha sua Vida. Uma opinião interessante de que o Less is More também se aplica às crianças.
 
"Desde que comecei a falar e escrever sobre minimalismo e desapego, várias pessoas me perguntaram como implementar essa filosofia de vida se você tem filhos. Acho que a questão da simplicidade, quando vista sob o foco dos filhos e da infância, é muito maior do que somente jogar brinquedos fora.

As pessoas hoje querem que seus filhos tenham sucesso e, como ninguém sabe muito bem o que é sucesso – porque ninguém para e se questiona -, colocam os filhos pra fazer mil e uma atividades: inglês, espanhol, natação, balé, jazz, capoeira, judô. Nas (poucas) horas vagas, marcam playdates com os amigos.

As crianças têm mais atividades do que conseguem dar conta, mais brinquedos do que conseguem administrar, mais livros do que conseguem ler, mais desenhos pra assistir na TV do que conseguem acompanhar.

Quando lembro da minha infância, sempre me divirto com lembranças das minhas muitas brincadeiras inventadas, da minha incontrolável criatividade. Eu fazia desenhos e saía vendendo pros vizinhos (e voltava pra casa cheia de dinheiro, para espanto da minha mãe), criava peças de teatro que encenava com os amigos do prédio e vendia ingressos para as crianças do bairro, escrevia livros, desenhava as capas, construía cabanas.

Tudo isso nascia do tédio. Do nada-pra-fazer. De sentar na escada da casa dos meus avós com um copo cheio de água com detergente e um canudo e, depois de uma hora, me cansar de fazer bolha de sabão.

Criar minhas próprias histórias, minhas brincadeiras, meus livros, minhas peças, tudo isso era bom pra minha auto-estima, eu me sentia super poderosa, capaz de criar coisas do nada, de me entreter e entreter meus amigos.

A gente tem hoje a sensação de que as crianças já nascem mais espertas, sabendo mais, que crescem e se desenvolvem muito rápido, que viram adolescentes com 10 anos de idade, mas somos nós que estamos causando isso. Nós estamos matando a infância.

Estamos gerando adolescentes e jovens que não conseguem parar cinco minutos para pensar na resposta de uma questão ou problema: correm para o Google – vi isso em muitos estagiários meus.

Pior: sem poder explorar mundos desconhecidos, criar suas próprias brincadeiras e brinquedos, inventar suas próprias atividades, as crianças perdem também a oportunidade de descobrir quais são as suas verdadeiras paixões. E é daí que surgem os adolescentes que não sabem o que querem fazer da vida: de uma infância em que nunca se teve a chance e a permissão de se experimentar.

As crianças não precisam de mais atividades, nem mais brinquedos, nem mais livros, nem mais canais de tevê. As crianças precisam de tempo – não me canso de falar desse bem tão precioso e não-renovável. Tempo pra ficar sozinhas, tempo pra refletir sobre suas dúvidas, suas emoções, suas dificuldades, tempo pra encontrar suas próprias soluções. As crianças precisam de mais tédio. Depois de dez, vinte minutos de tédio, acredite, elas vão ser criativas, inovadoras, vão encontrar algo pra fazer.

E isso vai fazer delas “bem sucedidas” não só no sentido mais prático – e talvez besta – de passar no vestibular ou arrumar um emprego, mas num sentido mais profundo, de ter valores melhores, ser pessoas melhores, ser melhores pais e mães, ser mais felizes. "

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Guardei durante 10 anos




Ao destralhar a casa encontrei estas folhas. Um bloco de notas A3 que recebi quando participei num Congreso de Desporto, há 10 anos! Mudei de casa 3 vezes e foi sempre comigo. Achei tão especial que não quís utilizar, queria guardar para... não sei bem o quê...

Quando recentemente encontrei estas folhas,  pensei na ironia de guardar algo tão bem, que nem nos lembramos onde está. A afinidade que temos com os objetos, que queremos guardar para um momento especial (muitas vezes esse momento nunca chega). 

10 anos depois tirei uma foto e guardei na pasta das lembranças, depois utilizei as folhas para rascunho :)

domingo, 11 de setembro de 2016

Simplesmente....Mudar tudo!!


Faz 1 mês que estou a viver com a minha família na Suécia, numa pequena cidade que se chama Kalmar. Em pouco tempo tive de destralhar toda a casa, e... achava eu que já tinha tudo destralhado. Escolher o essencial para colocar numa mala de viagem, e... percebi que afinal conseguia viver com muito pouco. Dizer adeus aos familiares e amigos, e... nunca tive jeito para isso e prefiro dizer até já. 

Tive pouco acesso ao facebook, ao email e ao telefone. E custou muito não estar sempre online.

Mudei-me para uma casa pequena, sem nada lá dentro, e sem elevador. Desde o primeiro momento que entrei na casa, decidi simplesmente que aqui vou ser Feliz!

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Destralhar (quando não se consegue destralhar), pela Rita

Imagem Koisas e Koisinhas


Conheci a Rita, do projeto Koisas e Koisinhas através do facebook. Ela tem o dom de fazer o que eu não sou capaz: dar vida nova aos objetos usados. Eu faço o que ela tem dificuldade: destralhar!

Recebi este texto da Rita, senti-me tão feliz porque ela finalmente conseguiu começar a livrar-se das tralhas, e lembrou-se de mim. Com a sua autorização, decidi partilhar para que possa inspirar mais alguém. O que achei mais interessante é a forma como ela justifica a si própria cada objeto que se vai embora. Os móveis? Talvez nunca sejam destralhados... porque o trabalho da Rita (para além de ser professora) é dar "nova cara" aos objetos usados! 

"Olá Ligia!
Nos últimos dias tenho me lembrado muito de si! ;) 
Comecei finalmente a destralhar! E foram dezenas de quilos de sacos com roupa que guardava porque: ainda poderia vir a servir (passados alguns anos perdi a esperança), aquelas que o tecido até era giro e poderia dar para fazer alguma coisa (...e eu que até nem sei costurar...) aquelas que me traziam boas recordações (tenho de guardar as recordações no sitio onde não ocupam espaço: na memória!) , etc, etc... Destralhei também alguns objetos (mas poucos... esses ainda tenho dificuldade em me desapegar deles); só os moveis, mesmo os arrecadados há anoooooos é que tenho dificuldade em destralhar (estou sempre a pensar dar-lhes uma "nova cara".... o problema é o tempo, ou a falta dele!). Mas, ainda não perdi a esperança de conseguir destralhar mais! Até lá, vou continuar a ler os seus post's e a imaginar-me com menos "tralha" e mais Vida! ;) 
Boas Férias para si!"

domingo, 24 de julho de 2016

Uma vida sem Tralha, por Gabriela Brasil




Vi este texto no facebook da profissional organizer Gabriela Brasil. Não resisti a publicar aqui, porque explica muito bem a importância de destralhar sempre.  

" Uma das coisas que sempre me impressionam é a capacidade que temos de acumular coisas. E eu não estou falando apenas de objetos e papéis, mas também de informações e sentimentos. A gente vai armazenando porque pode precisar um dia, porque lembra de uma situação especial, porque pode ser útil para fulano, porque um dia já nos serviu. Com o passar do tempo todo esse acúmulo pode virar algo estressante.

Acúmulo de informações sem critério de seleção não vai adiantar de nada, acúmulo de objetos sem funcionalidade só serve para ocupar espaço. Eu não sei se você possui essa mesma sensação, mas eu não consigo fazer nada em casa quando está tudo bagunçado, por exemplo. Minha mente bloqueia, eu fico perdida. Depois de arrumar o ambiente pareço outra pessoa pronta para produzir durante horas seguidas!


Espaços desordenados podem afetar negativamente o seu humor e sua produtividade. Espaços organizados te dão tranquilidade e clareza.

Clutter é uma palavra em inglês que significa desordem e há um termo muito interessante em inglês - declutter - que significa “remover itens desnecessários de”. Em português, uma tradução deste termo poderia ser destralhar. Tralha é tudo aquilo que não serve mais, que não te pertence, que não tem lugar pra ficar, que não faz mais sentido de ser guardado.

Eu lido com o destralhamento de forma diária. Todo dia durante 15 minutos eu vou caminhando pelos cômodos da casa em busca de papeizinhos, objetos, coisas fora do lugar para poder colocar tudo em ordem. Certifique-se de incluir o destralhamento na sua rotina. Todo mês organize um dia para dar uma geral nas suas coisas: na sua casa, na mesa do trabalho, nas gavetas e até mesmo nos seus ambientes digitais.

Uma vida sem tralha é uma vida mais leve. Experimente!"

Para saber mais sobre a Gabriela Brasil Aqui

terça-feira, 28 de junho de 2016

As melhores ferramentas de organização - Guest Post Ana Go Slowly

A Ana do blog Ana Go Slowly é apaixonada pelo minimalismo, vida saudável, yoga e organização. Apresenta workshops, mas também ajuda a destralhar a casa e a simplificar a vida. Gosto muito do seu trabalho e identifico-me com quase tudo o que ela escreve. Tem sido uma inspiração para muitos e o seu blog já conta com mais de 346 mil visitas. Hoje a Ana é a convidada, e o tema não poderia ser mais adequado aos nossos dias. 

Imagem unsplash.com

"A melhor forma de nos organizarmos é escrevendo, seja em papel ou utilizando ferramentas digitais no telefone ou no computador.
Prefiro as ferramentas digitais por serem mais leves e mais práticas. Assim não há esquecimento e posso aceder em qualquer lado.

Estou sempre a experimentar novas ferramentas, mas aquelas que tenho mantido desde há vários anos são as seguintes:
(todas estas ferramentas podem ser utilizadas no computador (à excepção da última) e no telemóvel: android ou iOS)

Gmail - como a Ligia refere várias vezes no seu blog, antes de organizar devemos destralhar. Já tive vários e-mails de diferentes domínios: gmail, hotmail, sapo… Consegui eliminar todos os e-mails e usar apenas um. Como depois foi necessário criar mais 2 duas de contas de e-mail, optei pelo gmail, pois o meu e-mail era principal já era gmail.
Apesar de ter várias contas, faço tudo através da principal, por isso é como se só tivesse uma. Efetuei as configurações necessárias e para além de receber todos os e-mails, sempre que estou a responder, faço-o como se estivesse a aceder a partir das outras contas. Confuso? Segue aqui um link onde é possível consultar como poderemos efectuar estas configurações.
Também utilizo o gmail para manter todos os contactos organizados por grupos. Tenho por exemplo o grupo com o nome da minha empresa onde estão todos os colegas de trabalho e assim tenho acesso aos contactos em qualquer telefone. O gmail tem também uma funcionalidade bastante útil “localizar duplicados”, em que o próprio gmail pesquisa os contactos que poderão estar duplicados, os quais poderemos depois unir. Isto facilita imenso e permite-nos ter os contactos organizados.

Calendário Google - não vivo sem esta ferramenta! Uso-a para compromissos pessoais, para tarefas domésticas e compromissos relacionados com o trabalho. No trabalho utilizo um calendário próprio do outlook que configurei para aceder a partir do gmail. Assim quando quero visualizar todos os meus compromissos de uma só vez, basta aceder ao google calendar. Também configurei um calendário com as despesas e assim sei sempre as datas em que determinado valor é debitado na conta bancária. Cada calendário tem uma cor diferente e assim rapidamente consigo perceber os compromissos para determinado dia ou semana.
É ainda possível partilhar os nossos calendários com amigos e familiares e criar a nossa to-do list acedendo à área de tarefas.

Imagem calendar.google.com

Google keep - a nova ferramenta que uso para registar as tarefas a fazer. Adoro a forma como funciona. Consigo rapidamente anotar tudo o que me vier à cabeça. Depois mais tarde categorizo e coloco algum alarme se for necessário. Adoptei um sistema de cores o que facilita bastante: a cor que surge por defeito representa as minhas tarefas, a cor verde simboliza as coisas da casa (tal como no calendário Google), a azul claro coisas do blog, a vermelho as despesas... A qualquer altura é possível filtrar por categoria e assim visualizamos todas as tarefas relacionadas com a casa por exemplo.
É possível partilhar notas e é assim que tenho feito a lista de compras. Está partilhada com o meu marido e usamos sempre a mesma nota. Assim vamos só retirando e adicionando itens conforme necessário.


Evernote - basicamente onde tenho todos os documentos e coisas importantes. Por exemplo se se necessito de uma cópia do BI/cartão cidadão ela está aqui, bem como certificados de cursos, contratos de trabalho, etc.
Também é no evernote que guardo o meu diário (pois tento escrever quase todos os dias). Uso-o para guardar receitas (divido entre receitas novas para experimentar e as receitas que adoro e que não me canso de repetir).
Basicamente tudo o que digitalizo está aqui e isso permite-me poupar imenso espaço e também trabalho a arrumar, pois quase não tenho papéis em casa para organizar.

Gdrive - outra ferramenta que nos permite guardar ficheiros, mas que tem uma grande vantagem face ao evernote: permite-nos trabalhar nesses mesmos ficheiros, por exemplo, num ficheiro excel ou word. Podemos partilhar com colegas e amigos e trabalhar simultaneamente. Uso para guardar livros digitais, o ficheiro do orçamento mensal, para tarefas da casa e do blog.

Dropbox ou google fotos - excelentes ferramentas que permitem efectuar backup das fotos que tiramos com o telemóvel. Sempre que tiramos uma foto se houver ligação à internet, a foto fica automaticamente disponível (basta fazer essa configuração). De x em x tempo vou guardando as fotos no computador, pois gosto de as organizar por pastas, mas se tivermos bastante espaço é possível mantermos os ficheiros em qualquer uma das plataformas (o google fotos disponibiliza mais espaço).

IFTTT - “If this, then that”, permite-nos automatizar pequenas tarefas, como por exemplo, posso receber atualizações sobre o estado do tempo do dia seguinte; fazer backup dos contactos; guardar automaticamente as fotos do facebook em que sou identificada… As possibilidades são inúmeras.

Camscanner - Destaco ainda esta aplicação que utilizo bastante (está disponível para android e iOS), e é praticamente um scanner portátil! Após tirar foto conseguimos transformar num ficheiro pdf e enviar por e-mail ou para o evernote por exemplo. Uso para digitalizar praticamente tudo!

E desse lado já conheciam estas ferramentas? Quais costumam utilizar? "
https://www.facebook.com/anagoslowly/ 

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Afinal... estamos a guardar para quê?


Guardei este conjunto de chá durante quase 13 anos. Mudei de casa várias vezes e acompanhou-me sempre. Ficou guardado numa caixa, para que um dia fosse exposto numa estante ou prateleira. 

Desde sempre decidi que iria guardar porque lembrava-me o dia em que apaixonei-me pelo meu marido. A empresa onde eu trabalhava organizou uma "Feira de Brindes" e esta chávena + bule era um dos brindes. 

Sempre esperei por ter a casa certa para colocar algumas lembranças expostas, mas mesmo quando comprámos a casa certa, a chávena continuou dentro da tal caixa. 

Um dia olhei para a chávena e pensei " Porque preciso disto, para lembrar-me do meu marido? Se ele está comigo todos os dias..." Lembrei-me também da história da Lysa, que já tinha apresentado em workshops sobre Destralhar, e lembrei-me das minhas próprias palavras "Para quê guardar as coisas, se o importante são mesmo as pessoas?"

Nesse dia as minhas filhas tiveram uma nova brincadeira: brincar ao chá com uma chávena de verdade. Elas ficaram fascinadas e eu fiquei aliviada porque não sabia o que fazer com aquela lembrança. 

Um dia a chávena partiu-se! Ninguém ficou triste, e dissemos "adeus" ao modo da Marie Kondo: By by chávena, foste uma lembrança bonita, mas agora está na hora de ires embora

terça-feira, 7 de junho de 2016

O Maia Go foi assim...

O Maia Go 2016 foi um momento muito especial! 

Subir ao palco, ter centenas de pessoas a ouvir-me falar sobre o destralhar e organizar, e senti-me uma palestrante a sério, foi um daqueles momentos UAU. Um misto de sentimentos e pensamentos: "Eu ainda não acretido que estou mesmo aqui..." com "É tão bom ter chegado até aqui!" ou "Ainda bem que não desisti quando tinha apenas 1 ou 2 pessoas nos workshops" :)

No dia seguinte ainda estava eufórica. Recebi telefonemas de amigos, mensagens de participantes e comentários simpáticos no facebook. Para a grande maioria das pessoas presentes, foi a primeira vez que ouviram falar sobre "destralhar". Mas o conceito com mais impacto foi "destralhar da mente", porque nunca tinham pensado nisso.

O Maia Go 2016 foi especial ainda, porque foi o encerramento de um ciclo de Workshops e Palestras em 2016. Vem aí mudanças pessoais e profissionais, e muitos novos desafios em setembro.


quarta-feira, 25 de maio de 2016

As " Tralhas" na mesa de trabalho



Este slide foi apresentado no Maia go, com o tema: "Trabalhar em Casa: Rotinas & Organização". É uma das imagens que mais utilizo nas apresentações, porque normalmente tem um grande impacto visual nas pessoas. Depois vem uma pergunta do género "Como nos sentimos, quando trabalhamos num lugar assim?" 

Após esta apresentação, recebi uma mensagem da Raquel Figueiredo: "Hoje durante um dos slides da apresentação (tralha fisica) identifiquei a minha mesa de trabalho com a da tralha. Um amigo meu também disse o mesmo da dele e naquele momento apertamos a mão e dissemos que iriamos trocar fotos da mesa de trabalho. Daqui a uma semana voltariamos a trocar fotos, mas com a mesa organizada."

Fica aqui o desafio da Raquel. Se a sua mesa está assim... defina um compromisso com alguém de que na semana seguinte a mesa estará organizada. Tire a foto do antes/depois para relembrar o momento mágico. 

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Dicas para Trabalhar em Casa



Trabalhar em casa traz grandes vantagens a vários níveis. Mas os desafios são tantos, que o sonho pode tornar-se facilmente num pesadelo se não conseguir encontrar um equilibro entre os momentos de concentração no trabalho, as rotinas domésticas, e a vida familiar.
Algumas dicas que podem ajudar:

1. Destralhar
Não é possível ser produtivo quando temos a casa cheia de "tralhas". A desarrumação influencia negativamente o nosso cérebro e diminui a concentração. Retire da sua mesa de trabalho tudo o que não utiliza com frequência e mantenha apenas o essencial.
 

2. Limpar a mesa de trabalho
A mesa de trabalho deverá estar sempre limpa e organizada. Evite acumulação de chávenas de café, garrafas de água, ou restos de comida. Antes de começar a trabalhar limpe a mesa e o ecrã do computador.
   

3. Criar rotinas
A falta de rotinas pode tornar as pessoas mais cansadas e com dificuldades em separar a vida profissional da vida pessoal. Precisamos "desligar" para renovar as energias e aumentar a produtividade. Definir um horário de trabalho, de abertura e encerramento do seu "escritório" e ser disciplinado, pode ajudar a fazer mais em menos tempo.
 

4. Tirar o pijama!
Para ser produtivo, é importante sentir-se bem consigo próprio. Não descuide da higiene diária e tire o pijama! É importante sentir que vai "entrar no seu escritório" e começar a trabalhar.
 

5. Arrumar a casa
Utilize estratégias para arrumar a sua casa de forma rápida, simples e fácil. Utilize um relógio com cronómetro e durante os intervalos do trabalho faça algumas tarefas domésticas. Opte também por ter uma checklist com as rotinas domésticas e estabeleça prioridades.
 

6. Sair com amigos!
Mais do que nunca precisa de ter vida social, falar com alguém, estar com os amigos. Agende a sua vida social como se fosse uma reunião de trabalho, almoce com os amigos, participe em formações e eventos.
 

7. Trabalhar em outro local
Se não está a ser produtivo em casa, opte por trabalhar em outro local durante alguns dias ou horas. Uma biblioteca ou um café poderá ser uma boa opção.
 

8. Encerrar o escritório
É importante "desligar" do trabalho e ter vida familiar. Manter este equilíbrio quando se trabalha em casa é um desafio muito grande. Dispense alguns minutos por dia para arrumar, arquivar e rever os objectivos para o dia seguinte.

Nota: Este post foi inicialmente publicado no blog Eu, Marca Registada como Guest Post.